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Início · Florescer · Tília · Semana 3

Tília · semana 3 de 4

A história contada até ao fim

O medo que volta sempre costuma ficar a meio: a cabeça vai até ao pior e fica aí, sem nunca chegar ao fim. Em «O medo do colapso» (publicado em 1974), Winnicott sugere que o desastre que tanto se teme às vezes já aconteceu, cedo demais para ser vivido e pensado. Contar a história inteira, incluindo o dia seguinte, é dar a esse medo um princípio, um meio e um fim que ele nunca teve.

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Escolher um medo que volta sempre e contá-lo, por partes, até ao fim e até ao dia seguinte. Faça um momento de cada vez, quando puder. Não há ordem certa nem dias marcados; o que escolher fica guardado aqui.

1Dia 1 · 3 minutos

Escolher o medo

Escolha o medo que mais vezes volta, não o mais razoável.

Sobre o quê é esse medo?
Há quanto tempo volta?
Toque ou deslize
0 · Pouco10 · Muito
0 de 140

2Dia 2 · 3 minutos

Onde a história costuma parar

A cabeça costuma correr até ao pior e parar aí, como um filme parado na cena mais escura. Hoje, só repare onde é que para.

Onde costuma parar a história?
«Era uma vez um medo que começava sempre quando…»0 de 200
Como ficou depois de escrever?

3Dia 3 · 3 minutos

Até ao fim

Hoje deixe a história ir até ao fim, mesmo que pareça absurda. Não trave, não corrija. Se for demais, pare: a história espera por si.

Não precisa de ser bem escrito.0 de 200
Toque ou deslize
0 · Nada10 · Muito
O que sentiu ao chegar ao fim?

Pode escolher até 3.

4Dia 4 · 3 minutos

O dia seguinte

Respire. Agora imagine o dia seguinte a esse fim, com coisas simples: a hora, a casa, quem está lá.

No dia seguinte, a que horas acorda?
Quem está lá?
«Acordo às sete. A casa está em silêncio…»0 de 200

5Fim da semana · 2 minutos

Quem me ensinou a esperar o pior

Há medos que aprendemos a ter. Não é para encontrar culpados; é só para reparar.

Este medo lembra-lhe alguém que também esperava o pior?
«…uma manhã como as outras.»0 de 140

Para fechar a semana

O que leva desta semana

Contou o medo por partes: o que o faz começar, onde costumava parar, como acabava e o dia seguinte. Talvez tenha reparado em quem lhe ensinou a esperá-lo.

Se quiser, junte aqui as partes e conte a história inteira, de uma vez.
A pergunta que fica consigo esta semana

Quem me ensinou a esperar o pior?

Reflexão de fé (opcional)

Se tem fé, repare quantas vezes a Escritura responde ao medo com uma presença e não com uma explicação. O fim da história pode ter alguém lá.

Pode concluir quando quiser, mesmo sem todos os momentos.

Quando quiser falar com alguém

Há coisas que se pensam melhor a dois.

Se o que vai aparecendo pede uma conversa, a primeira consulta com a Pâmela é online e tem 50 minutos, sem compromisso de continuar.

Pâmela Friedericks
Pâmela FriedericksTerapeuta de orientação psicanalítica · Curso de Psicanálise Clínica, Instituto Holístico Portugal

Também vim do Brasil e sei o que é recomeçar. Atendo online, em português, quem vive em Portugal e quem está longe de casa.

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Pâmela Friedericks · Psicanálise clínica · terapia.com.pt · Material de autoconhecimento. Não substitui acompanhamento.

Se está em perigo ou a pensar em fazer-se mal, ligue já. Há alguém a qualquer hora.

112Emergência 1411Prevenção do suicídio e apoio psicológico, gratuita, 24 horas SNS 24: 808 24 24 24Opção 4: aconselhamento psicológico, 24 horas

O Florescer não é um serviço de urgência. Pode parar quando quiser: a árvore espera por si.

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