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Sinais de burnout: em que ponto está o seu cansaço?
Dorme e acorda cansada ou cansado. Tira férias e volta igual. «Não aguento mais», pensa, e continua. Estas seis perguntas são sobre esse cansaço que não passa. As respostas ficam só neste ecrã.
- 2 a 3 minutos
- As respostas não saem do ecrã
- O resultado aparece logo
Baseado no Copenhagen Burnout Inventory, usado em estudos de vários países. Tradução nossa, ainda não validada em Portugal. Não é um diagnóstico.
Pense nas últimas semanas. Com que frequência…
As respostas e o resultado ficam só neste ecrã: não são guardados nem enviados a ninguém.
Escala de burnout pessoal do Copenhagen Burnout Inventory (Kristensen, Borritz, Villadsen e Christensen, 2005; National Research Centre for the Working Environment, Dinamarca), de uso livre. Tradução para português de Portugal feita para esta página, fiel ao original inglês; ainda não validada em Portugal.
O seu resultado
0 em 100 (média das respostas)
Pouca exaustão.
As suas respostas mostram pouco cansaço prolongado. Se o que a/o trouxe aqui é outra coisa, uma tristeza, uma preocupação, uma relação, ela também conta.
E agora? Há outros testes nesta página, mais abaixo. E, para criar pequenos intervalos no dia, a pausa de 3 minutos.
Algum cansaço, ainda abaixo do limiar de burnout elevado.
Há exaustão em parte do tempo. Talvez seja um aviso, sobretudo se tem vindo a aumentar.
E agora? Pode valer a pena reparar no que mais a/o desgasta, e no que já não consegue recusar. O guia do esgotamento e a cerejeira do Florescer ajudam a olhar para isso com calma.
Nível elevado de burnout pessoal.
Os autores do questionário consideram 50 pontos ou mais um nível elevado. O cansaço está presente na maior parte do tempo e já não passa com um fim de semana.
E agora? Talvez seja altura de pedir ajuda. O médico de família pode avaliar o cansaço e ver se precisa de baixa. A terapia ajuda a perceber o que a/o mantém a dar mais do que tem.
Exaustão muito elevada.
Quase sempre se sente esgotada ou esgotado, no corpo e na cabeça. Não é falta de força de vontade. É o corpo a dizer o que a boca ainda não disse.
E agora? Fale com o médico de família nos próximos dias. E procure companhia para sair daqui: este tipo de cansaço raramente se resolve sozinha ou sozinho.
Disse que pensa muitas vezes «não aguento mais». Se, às vezes, isso quer dizer pensar em desaparecer ou em fazer-se mal, fale hoje com alguém: 1411 ou SNS 24, 808 24 24 24, opção 4, a qualquer hora. Em perigo, 112.
Isto não é um diagnóstico. É um questionário de rastreio: mostra sinais e a sua intensidade nas últimas semanas, não o que os causa. Só uma conversa com um profissional pode dizer o que se passa consigo.

Pode falar comigo
Não precisa de chegar com tudo organizado.
Sou a Pâmela Friedericks, terapeuta de orientação psicanalítica. A primeira consulta é uma conversa, online, de 50 minutos: para perceber o que está a viver e se a terapia faz sentido para si. Sem compromisso de continuar.
Não faço diagnósticos nem receito medicação. Se for preciso, digo-lhe a quem recorrer.
Avaliação de lançamento: 15 € até 30 de novembro (depois, 25 €).
Se ainda não é altura de falar
E tudo bem. Pode começar sozinha ou sozinho, ao seu ritmo. Uma árvore do Florescer são quatro semanas de momentos curtos, grátis, e o que escreve fica no seu aparelho.
Plante a cerejeira
Quatro semanas de exercícios de escrita sobre o trabalho e o cansaço, grátis, ao seu ritmo. Nada sai do seu computador.
Plantar a cerejeiraSabe que precisa de descansar
Sabe que devia dizer não. Sabe que está no limite. E continua.
Muitas vezes a pessoa esgotada é a que segura tudo e não pede nada. Algumas pessoas aprenderam a resolver tudo sozinhas.
Descansar não chega quando o cansaço não é só do corpo.
Os três sinais do burnout, segundo a OMS
Exaustão: sentir-se sem energia, vazia ou vazio. É o que este teste mede.
Distância: sentir-se cada vez mais longe do trabalho, com cinismo em relação a ele.
Menos eficácia: a sensação de que já não faz bem o que fazia. Mais em quando descansar já não chega.
Sobre este teste
São as seis perguntas de burnout pessoal do Copenhagen Burnout Inventory, um questionário de investigação de uso livre. Cada resposta vale 0, 25, 50, 75 ou 100; o resultado é a média.
A tradução é nossa e ainda não foi validada em Portugal. Leia o resultado como um espelho, não como uma medida exata.
Como a psicanálise olha para isto
Em «O mal-estar na civilização», de 1930, Freud aponta três fontes de sofrimento: o corpo, o mundo à nossa volta e as relações com os outros, talvez a mais dolorosa. Winnicott, em 1960, chamou «falso self» à parte de nós que aprendeu cedo a cumprir, a agradar e a aguentar, e que pode continuar a funcionar muito depois de o resto estar exausto. Esgotar-se não é falhar: na terapia, olha-se para aquilo que a/o mantém a dar mais do que tem.
Perguntas que talvez valha a pena fazer-se
- Quando foi a última vez que descansou de verdade?
- O que aconteceria se dissesse não?
- Quem cuida de si, quando cuida de toda a gente?
- O que tem medo de perder se abrandar?
Pedir ajuda também é uma forma de cuidar do que construiu.
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Sobre esgotamento
Todas as leituras sobre esgotamento →
E, quando quiser:
Perguntas frequentes
Este teste diz se tenho burnout?
Não. Mede a exaustão, que é uma das três dimensões do burnout descritas pela OMS. Para perceber se é burnout, depressão ou outra coisa, é preciso conversar.
Quais são os sintomas de burnout?
A OMS fala de três: exaustão, distância e cinismo em relação ao trabalho e a sensação de já não fazer tão bem. No corpo aparecem muitas vezes cansaço que não passa, dores, insónia e mais constipações.
As minhas respostas ficam guardadas?
Não. O resultado é calculado no seu navegador e desaparece quando fecha a página. Nada é enviado para a Pâmela nem para nenhum servidor.
Burnout é o mesmo que depressão?
Não, mas podem andar juntos e confundir-se. Se a tristeza e a falta de interesse ocupam quase todos os dias, faça também o teste de depressão (PHQ-9) deste site e fale com o médico de família.

Também vim do Brasil e sei o que é recomeçar. Atendo online, em português, quem vive em Portugal e quem está longe de casa.
Fontes: Kristensen, Borritz, Villadsen e Christensen (2005), «The Copenhagen Burnout Inventory», Work & Stress; Borritz e Kristensen, «Copenhagen Burnout Inventory: normative data» (NFA, 2004); OMS, «Burn-out an occupational phenomenon» (2019); Freud (1930), «O mal-estar na civilização», Standard Edition 21:57–146; Winnicott (1960), «Distorção do ego em termos de falso e verdadeiro self», em «O ambiente e os processos de maturação» (1965), pp. 140–152; Governo de Portugal, «Nova linha de prevenção do suicídio entra em funcionamento» (10/09/2025); SOS Voz Amiga: contactos e horário; SNS 24: 808 24 24 24, opção 4 (aconselhamento psicológico, 24 horas). Atualizado em 17 de outubro de 2026. Este conteúdo é informativo e não substitui acompanhamento profissional.