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Início · Florescer · O quintal de lá · Pitangueira · Semana 4

Pitangueira · semana 4 de 4

À mesa, com tudo

A pitanga come-se do pé, com as mãos, e o sabor muda com o tempo: vai do verde ao laranja e ao vermelho escuro, e quanto mais madura mais doce fica, sem deixar de ser ácida. As relações de família também mudam com os anos. Como a psicanálise olha para isto: quando fala de ambivalência (1912), Freud lembra que ternura e hostilidade pela mesma pessoa fazem parte, até certo ponto, da vida de qualquer um. O trabalho não é escolher um sentimento e apagar o outro. É conseguir sentar-se à mesa com os dois e decidir, com mais liberdade, o que se aproxima e o que se protege.

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Decidir o que quer aproximar na família, o que precisa de proteger, e uma coisa da família para partilhar. Faça um momento de cada vez, quando puder. Não há ordem certa nem dias marcados; o que escolher fica guardado aqui.

1Dia 1 · 3 minutos

O que mudou

Antes de decidir alguma coisa, repare no caminho destas três semanas.

O que mudou na forma como olha para a família?

Pode escolher até 3.

Toque ou deslize
0 · Pouco10 · Muito

2Dia 2 · 3 minutos

O que aproximo

Aproximar não é aceitar tudo. Pode ser um passo pequeno.

Que relação de família gostava de aproximar um pouco?
Como poderia aproximar-se?

Pode escolher até 2.

3Dia 4 · 3 minutos

O que protejo

Gostar de alguém não obriga a aguentar tudo. Também há limites dentro da família.

O que gostava de proteger mais nas relações de família?

Pode escolher até 3.

Um limite dito com calma.0 de 140

4Dia 5 · 3 minutos

Uma mesa possível

Imagine a família à mesa. Não a ideal: a sua.

Se juntasse hoje a família à mesa, onde se sentaria?
Toque ou deslize
0 · Nada10 · Muito

5Dia 7 · 3 minutos

O fruto partilhado

A pitanga raramente se come sozinha: apanha-se do pé e reparte-se. Para fechar, uma coisa para partilhar.

Uma receita, uma frase, uma forma de rir.0 de 160
Como fecha estas quatro semanas da pitangueira?

Para fechar a semana

Os dois sabores à mesma mesa

Nestas quatro semanas provou o doce e o ácido, procurou a raiva que não cabia, olhou para a família que imaginou e decidiu o que aproxima e o que protege.

Uma relação que quer aproximar, um limite que quer guardar, uma coisa da família que quer partilhar.
A pergunta que fica consigo esta semana

O que posso aproximar, e o que preciso de proteger?

Reflexão de fé (opcional)

Para quem tem fé, a reconciliação não é fingir que nada aconteceu. Às vezes começa por um lugar à mesa, e às vezes por um limite dito com amor.

Pode concluir quando quiser, mesmo sem todos os momentos.

Quando quiser falar com alguém

Há coisas que se pensam melhor a dois.

Se o que vai aparecendo pede uma conversa, a primeira consulta com a Pâmela é online e tem 50 minutos, sem compromisso de continuar.

Pâmela Friedericks
Pâmela FriedericksTerapeuta de orientação psicanalítica · Curso de Psicanálise Clínica, Instituto Holístico Portugal

Também vim do Brasil e sei o que é recomeçar. Atendo online, em português, quem vive em Portugal e quem está longe de casa.

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Pâmela Friedericks · Psicanálise clínica · terapia.com.pt · Material de autoconhecimento. Não substitui acompanhamento.

Se está em perigo ou a pensar em fazer-se mal, ligue já. Há alguém a qualquer hora.

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O Florescer não é um serviço de urgência. Pode parar quando quiser: a árvore espera por si.

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